quinta-feira, maio 01, 2008

13 - Os 144 Mil e a Grande Tribulação

“No mundo tereis aflições. Mas tende bom ânimo! Eu venci o mundo.”
João 16:33b.

Após a abertura do sexto selo, em que um grandioso colapso de dimensões cósmicas prenuncia os juízos de Deus sobre a terra rebelde (6:12-17), João recebe uma nova visão: Quatro anjos que estavam nos quatro cantos da terra, retinham os ventos, para que não soprassem naquele momento. Enquanto os ventos são contidos, outro anjo emerge do lado do sol nascente, trazendo consigo o selo do Deus vivo. Este anjo ordena aos outros que não danificassem a terra e o mar até que os servos de Deus fossem selados em suas testas. Segundo o relato do vidente João, os que foram selados contavam 144.000 de todas as tribos de Israel. De cada uma das doze tribos, doze mil eram selados. Essa imensa multidão representa a totalidade dos santos do povo da Antiga Aliança. Neste texto, confirma-se o que profetizou Isaías: “Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (Rm.9:27; Is.10:22). E este “Remanescente” é segundo “a eleição da graça” (Rm.11:5). Ninguém é salvo meramente por ser judeu. Somente os que foram eleitos para a salvação serão salvos, a despeito de sua nacionalidade.

“Depois destas coisas” prossegue João, “olhei e vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de TODAS AS NAÇÕES, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e perante o Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos” (Ap.7:9). Agora o leque se abre, e João consegue vê a totalidade dos santos, tanto os dentre Israel, quanto os dentre os gentios. A estes também são dadas vestes brancas que representam a justificação mediante o sacrifício de Cordeiro de Deus.

Perguntado acerca da identidade e da proveniência daquela gente, João preferiu não arriscar qualquer palpite, e disse ao que lhe perguntava: - Senhor, tu o sabes. Pelo que o ancião lhe respondeu:

"Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. Nunca mais terão fome; nunca mais terão sede. Nem sol nem calor algum cairá sobre eles. Pois o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.”
Apocalipse 7:14-17.

Esta “Grande Tribulação” é a mesma sobre a qual Jesus fala em Seu sermão profético. Ali, Ele diz que haveria então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até aquele momento, nem haverá jamais (Mt.24:21). Eis uma das razões porque não cremos em uma grande tribulação futura. Cremos piamente que a Grande Tribulação se deu nos primórdios da era cristã, e consistiu na implacável perseguição promovida pela Roma Imperial, instigada, inicialmente, pelos judeus incrédulos.

Daniel profetiza acerca desta perseguição, quando diz que o quarto grande império (Roma) “fazia guerra contra os santos, e os vencia, até que veio o Ancião de Dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo, e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino (...) Proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e as leis. Eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. Mas o tribunal se assentará em juízo, e lhe tirará o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até o fim. O reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (Dn.7:21-22,25-27).

Por que Deus permitiu que os santos primitivos fossem vencidos pela perseguição do Império Romano, e dos judeus? Porque desta forma, tanto Jerusalém, que é representada no Apocalipse como a Grande Babilônia, quanto Roma seriam julgadas pelos mesmos santos que nelas e por elas haviam sido martirizados. Os cristãos primitivos sabiam disso perfeitamente. Eles se lembravam das célebres palavras de Cristo: “Na vossa perseverança ganhareis as vossas almas” (Lc.21:19).

Foi o próprio Deus quem permitiu que o Império Romano fizesse guerra aos santos, e os vencesse. Por isso, os cristãos se dispunham a sofrer pelo testemunho de Jesus. Afinal, “se alguém deve ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém deve ser morto à espada, necessário é que à espada seja morto. Nisto repousa a perseverança e a fidelidade dos santos” (Ver Ap.13:7-10).

E o resultado desta perseverança foi o juízo de Deus sobre Jerusalém, a Cidade Infiel. “Caiu, caiu a grande Babilônia (...) A fumaça do seu tormento sobre para todo o sempre (...) Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que DESDE AGORA MORREM NO SENHOR. Sim, diz o Espírito, descansarão dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanharão” (14:8b,11a,12-13). Por que razão os que morressem a partir da queda de Jerusalém seriam bem-aventurados? Porque agora, tendo caído a Jerusalém terrestre e o seu soberbo templo, os portões da Nova Jerusalém estavam plenamente abertos, e o caminho do Santo dos santos inteiramente descoberto (Ver Hebreus 9:8-9). A partir de então, os santos de todas as eras estariam reunidos diante do trono para todo o sempre, reinando com Cristo, e exercendo com Ele o juízo sobre as nações.

É precisamente sobre esta “reunião” que Paulo fala em sua segunda carta aos Tessalonicenses (2:1). Quando Cristo veio em Juízo sobre Jerusalém, os santos na glória foram reunidos, e o que a Igreja na terra “ligou” já havia sido ligado no céu. Tal reunião (grego: episynagoge) só se daria quando o número dos mártires fosse completado, e a medida do pecado daquele povo fosse alcançada. Por isso, os crentes primitivos se regozijavam na perseguição. Para Paulo, tal gozo nada mais era do que a “prova clara do justo juízo de Deus, e como resultado sereis havidos por dignos do reino de Deus, pelo qual também padeceis. Deus é justo: Ele dará em paga tribulação aos que vos atribulam (os judeus), e a vós que sois atribulados, alívio conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo. Ele tomará vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Eles por castigo padecerão eterna perdição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos, e ser admirado em todos os que creram, naquele dia ( porque o nosso testemunho foi crido entre vós )" (2 Ts.1:5-10).

Paulo não se refere à Segunda Vinda de Cristo. Ele está falando do Juízo de Deus sobre Jerusalém. Eram os judeus que atribulavam os crentes Tessalonicenses (ver At.17 e 1 Ts.2:14-16). O castigo que eles receberam não foi apenas a queda de Jerusalém, mas também o fato de serem rejeitados como povo de Deus, sendo espalhados mais uma vez por todo o mundo (Amós 8:2; 9:8). Aqueles foram dias de vingança da parte de Deus para com o Israel apóstata (Lc.21:22).

A Coroa que hoje está sobre a cabeça da Igreja, um dia esteve sobre Israel. Cabia àquela nação ser o instrumento da Justiça de Deus sobre os demais povos da Terra. Mas Israel caiu em contradição. Aquilo que condenava nas demais nações, Israel começou a praticar. Por isso, tornou-se a grande prostituta. Paulo aborda isso em Romanos 2: “tu, ó homem, que julgas os que fazem tais coisas, pensas que, fazendo-as tu, escaparás ao juízo de Deus? (...)Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus (...)Mas tu que tens por sobrenome Judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído na lei; e confias que és guia de cegos, luz dos que estão em trevas, instruidor dos néscios, mestre das crianças, que tens a forma da ciência e da verdade na lei; tu, pois, que ensinas a outro, e não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, roubas os templos? Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós”(Rm.2:3,5,17-24).

Jeremias, antevendo a queda definitiva de Jerusalém, profetizou: “Como jaz solitária a cidade outrora tão populosa! Tornou-se como viúva, a que foi grande entre as nações! A princesa entre as províncias tornou-se escrava(ver Gl.4:25). Amargamente chora de noite, e as suas lágrimas lhe correm pelas faces. Não há ninguém que a console entre todos os seus amantes (...) Jerusalém gravemente pecou, por isso se fez imunda (...) Rejeitou o Senhor o seu altar, e abandonou o seu santuário (...) Mas isso aconteceu por causa dos pecados dos profetas, e das maldades dos seus sacerdotes, que derramaram o sangue dos justos no meio dela (...) Estava chegando o nosso fim, estavam cumpridos os nossos dias, pois era chegado o nosso fim (...) CAIU A COROA DA NOSSA CABEÇA. Ai de nós, pois pecamos” (Lam.1:1-2a,8; 2:7; 4:13,18; 5:16).

Por quê caiu a Coroa da cabeça de Israel? Porque seu povo rejeitou a justiça que vinha do céu (Rm.10:3). Pregavam uma coisa, e viviam outra. Como poderiam as nações viverem à luz de uma nação impenitente? Jerusalém se prostituiu com os reis da terra, e assimilou suas abominações, seus costumes, e seus pecados. Como Jesus havia predito, o Reino foi tirado de Israel, e entregue a um novo povo: a Igreja (Mt.21:43) E cabe a esta nova Nação Santa exercer juízo sobre a terra, e discipular todas as nações.

Agora, afirma a profecia, “os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para sempre. E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus trono diante de Deus (simbolizando a totalidade dos santos de todas as eras) prostraram-se sobre seus rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, porque tomaste o teu grande poder, e reinaste. Iraram-se as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. abriu-se no céu o templo de deus, e a arca de sua aliança foi vista no seu santuário...” (11:15b-19a).

Que recompensa os mártires receberam? A mesma que todos os que temem o nome do Senhor recebem! O caminho do Santo dos santos foi inteiramente descoberto a eles, “abriu-se no céu o templo” , e lhes foram dadas coroas e tronos sobre os quais hão de reinar por todas as eras por meio de Cristo Jesus.

João testifica em sua visão:

"Vi também tronos, e aos que se assentaram sobre eles foi-lhes dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta (o imperador romano), nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem nas mãos. Reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos (...) Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição (a ressurreição espiritual de que participamos em Cristo) . Sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante mil anos.” Apocalipse 20:4,6.

Quando o Cetro de Cristo foi arremessado contra Israel, os santos de todas as eras foram reunidos, e agora, por meio de Cristo, estão reinando para sempre. Os “mil anos” no texto acima, representam um tempo indefinido e longo, e não deve ser entendido literalmente. Tanto nós, que vivemos no início do Terceiro Milênio, quanto aqueles que viveram antes mesmo do primeiro advento de Cristo, formamos uma única assembléia. Afinal, cumpriu-se a predição de Jesus, de que muitos viriam “do Oriente e do Ocidente” e se sentariam à mesa “com Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus. Mas os filhos do reino (judeus) serão lançados fora”(Mt.8:11-12a). O cumprimento de tal predição parece ecoar na afirmação do escritor de Hebreus de que já temos chegado “`a cidade do Deus vivo, à Jerusalém Celestial, e aos muitos milhares de anjos, à UNIVERSAL ASSEMBLÉIA e igreja dos primogênitos inscritos nos céus (...) aos espíritos dos JUSTOS APERFEIÇOADOS” (Hb.12:22-23). Santos de todas as eras tornaram-se um só espírito com o Senhor, e receberam “o reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu” (Dn.7:27). Os santos já podem regozijar-se. Os mártires foram vindicados, os sistemas deste mundo foram julgados, e sentenciados. Sua voz ainda ecoa nas regiões celestiais: “Justo és tu, Senhor, que és e que eras, o Santo, porque julgaste estas coisas; porquanto derramaram o sangue de santos e de profetas, também tu lhes deste sangue a beber; são merecedores disto” (Ap.16:5-6).“Exulta sobre ela, ó céu! E vós, santos e apóstolos e profetas! Deus contra ela vindicou a vossa causa” (18:20).

O Efeito Dominó e os Mártires de hoje

A queda de Jerusalém é o prenúncio do desmoronamento dos sistemas deste mundo. Podemos comparar tal fato ao chamado efeito dominó. Uma vez tendo sido desencadeado, não há como impedir que seja concluído, até que caia a última peça.

Jerusalém é o arquétipo dos reinos do mundo. O mesmo Cetro que a derrubou, e que mais tarde fez desmoronar o Império Romano, está em ação hoje. Foi ele quem reduziu a escombros o Muro de Berlim, e com ele, o Comunismo no Leste Europeu. Foi também ele quem derrubou o apartheid na África do Sul, e ainda por cima, fez de Nelson Mandela, de um negro perseguido, o presidente daquele país.

Cada sistema injusto implantado na Terra produz seus próprios mártires. E é ao clamor destes mártires, e daqueles que sofrem sob o peso destes sistemas, que Deus está atento. Às vezes o Juízo parece tardar, mas certamente, ele não será adiado. Sempre que a medida de pecados de uma nação excede, o Juiz de toda a Terra vem em Juízo contra ela.

Foi o clamor dos hebreus escravos no Egito que deflagrou a série de Juízos divinos sobre a Terra de Faraó (Êx.2:23; 3:9). Deus está atento ao clamor daqueles que sofrem injustiças sociais por parte dos que detém o poder econômico e político (Tg.5:4). “Chegar-me-ei a vós para juízo” promete o Senhor, “e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o trabalhador, e pervertem o direito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos” (Ml.3:5).

Um mártir não é necessariamente alguém que foi morto por uma causa. A palavra “mártir” significa “testemunha”. Olhando por este prisma, podemos afirmar que nossas ruas estão cheias de mártires; adultos e crianças cuja condição dá testemunho diante de Deus acerca das injustiças praticadas em nossa sociedade.

Não há julgamento sem que haja testemunhas! Não basta um Juiz, um advogado de acusação e um de defesa, um júri e um réu. Se não houver testemunhas, o tribunal não será armado. A própria sociedade provê os mártires ( testemunhas) que deporão contra ela no tribunal divino. Em um certo sentido, podemos afirmar que cada mendigo é um mártir, uma testemunha contra nossa sociedade no Tribunal de Deus. Cada desempregado, cada prostituta, cada excluído, cada aborto, depõe contra nossa sociedade diante do Juiz de toda a Terra, ainda que inconscientemente.

Muitas vezes, seu testemunho é silencioso. Porém, às vezes, parece gritar aos nossos ouvidos. Nossa sociedade, cínica que é, parece surda aos gritos dessa gente que vive às suas margens. Somente o Filho de Davi para ter misericórdia dos que estão cegos à margem do caminho. A exemplo do que aconteceu a Bartimeu, cabe à igreja de Cristo conduzir os marginalizados e excluídos à presença do Rei dos reis, em vez de tentar calar o seu clamor.

Compete ainda, a cada geração de cristãos prestar testemunho perante Deus, acerca dos pecados cometidos em sua própria geração. Infelizmente, nunca os cristãos foram tão apáticos e omissos como agora. Cada qual está preocupado com os seus próprios problemas, e ocupado demais em seu mundinho particular. As igrejas se transformaram em verdadeiros guetos, e os seus membros, de tão alienados que estão, não conseguem ouvir o clamor do que estão à sua volta.

A igreja deste novo século precisa redescobrir a oração. Não estou falando daquela oração que tem como pretensão mudar a idéia de Deus (!). Não ! Falo da oração através da qual nos tornamos cúmplices do Trono, tanto dos seus juízos, quanto de sua misericórdia. Orar é depor contra tudo o que não coaduna com a vontade dAquele que Se assenta no trono. Ralph Herring acertou em cheio quando disse que “a oração é uma reunião de cúpula na sala do trono do universo.” Quando oramos, estamos em reunião com o Todo-poderoso, conspirando contra tudo que não se ajusta à sua boa, perfeita e agradável vontade. Por isso mesmo, concordamos a uma só voz com Karl Barth, ao afirmar que “juntar as mãos em oração é o início de um levante contra a desordem do mundo.”

18 comentários:

edesio disse...

concordo quando voce diz, que
jerusalem e a grande babilonia
o resto voce tem que estudar mais.

João disse...

Olha Desconheço a Proscedencia dessas Afirmações,Tomem Cuidado com Afirmações Isoladas que Vcs Afirmam ser Verdade,Por que não tem Base Bíblica Afirmar que a Grande Tribulaçao já Ocorreu,isso é Eresia,texto fora de texto gera pretexto pra Eresia,Cuidado a Bíblia é Completa e não deixa Dúvidas e nenhuma Parte,portanto ao fazer afirmações usem várias Referencias que Provem,e isso é muito sério porque exitem pessoas leigas no assunto e Vcs comfundem a Mente dessas Pessoas,Avaliem seus Conseitos e Preguem á Palavra,Obrigado.

PRESBÍTERO RANGEL disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
PRESBÍTERO RANGEL disse...

João, como não temos base bíblica pra afirmar que a grande tribulação já ocorreu? Arrancaram Mateus 24,34 da sua bíblia?? Jesus mesmo quem falou não passará ESTA GERAÇÃO sem que tudo isso aconteça, esse "tudo isso" inclui a grande tribulação, podes ver no contexto.

Marcio Mattos guitarrista disse...

a é por que jesus não levou vcs embora ainda se ele mesmo disse no final desses dias veriam o filho do homem vindo sobre as nuvens do ceu o qual enviariam os seus anjos que lhe ajuntariam os seus servos dos quatro cantos da terra e subiriam com ele para estarem com ele para sempre então vcs ficaram
e o apostolo paulo disse mais que ninguem veria deus mas que os mortos rescussitariam primeiro depois nos que ficarmos vivos seriamos transformados e subiremos encontrar com o senhor nas nuvens preste mais atenção no que vcs escrevem

Tarcisio Barcelos disse...

Prezado irmão, que Deus o abençoe e continue lhe dando Inspiração para ministrar a Verdade do Reino de Deus.
Também tenho trabalhado para desmistificar esta descarada mentira do Diabo nesta mensagem da "Ida da Igreja", digo "Arrebatamento".
È como dizem "Conte uma mentira de forma veemente e insistente, e ela se tornará uma "verdade".. O Diabo sabe disso e tem enganado milhares de Filhos de Deus, por séculos, fazendo-os ficar com a "mala pronta" olhando para o "ceu" esperando um vôo espaçográfico e mirabolante.
Mas a Palavra diz: "Varões galileus, por que estais a olhar para o céu? Este mesmo jesus que acima foi recebido VIRÁ, do mesmo modo como o Vistes subir"... Atos dos Apóstolos.
A ênfase é a Vinda do Senhor e Não a Ida da Igreja.
que Deus nos ajude a sacrificar esta "vaca sagrada" e implantar o Reino...

Junior Matos disse...

Amigo e irmão na fé,a paz de nosso senhor jesus cristo seja convosco:

Temos que sim procurar,entender toda a biblia pois ela é a palavra viva de Deus e a única verdade presente na nossa vida,babilônia é um grande reino dominado por satanás,criado por ele baseado na biblia,para destorcer a palavra,afim de cegos guiar cegos ambos cairam no buraco,( lucas 6:39-42)irmão este reino está bem presente está por todas as partes Igreja "católica".

╰☆╮F®ÅNciєℓyღ εїз* disse...

Olá Bispo querido!
Eu tenho lido seus estudos em diversos lugares e, como mestre em teologia clássica, posso confirmar a veracidade de tudo.
***
A teologia clássica é assim, exatamente como deve ser, ensina uma Bíblia lógica, aquela que mudará o mundo!
***
O que tenho visto nas críticas são estudos inovadores, o famoso 'disse o que me disse', porém estas pessoas esquecem de evaliar num todo: um estudo bíblico sempre provém de outro (o que se encontra na maioria das igrejas de hoje), mas a teologia clássica ensina diretamente. E poucos a procuram, poucos tentam entender.
***
Para tudo nesta vida existe uma lógica, e com a Bíblia também é assim. Deus (YHWH) nos deixou a Bíblia para nosso entendimento, não teria lógica não entendê-la, não seria justo ler mistérios inexplicáveis!
Deus (YHWH) é um Deus de lógica e por nenhum momento fugiu dela. Um Ser tão simples que as pessoas insistem em complicar.
***
A maioria das críticas que leio são de pessoas ainda muito crentes no total espiritualismo, deixam de enxergar o Cristo terrestre para somente enxergar o Cristo extraterrestre. São pessoas que querem mistérios, que querem um Deus que fará um céu cheio de ouro, cada qual com sua coroa (sem invejas), e não precisando comer nunca mais (aliás, plantar no ouro como né?!) e ainda insistem que lá seremos nós mesmos. É o que mais ouço dos evangélicos por aí.
Com um pensamento assim, temos vários seguidores que deixam de entender outros versos da Bíblia, por não encaixarem e fazerem sentido, e o resto?
O resto é mistério!!! Mistério de Deus!!!
***
Abraços
Fran com carinho

Raniere disse...

O preterismo exposto pelo bispo Hermes é COMPARAÇÃO ESCRITURA COM ESCRITURA, há algo mais bíblico? Enquanto os adeptos de uma futura Grande Tribulação fazem COMPARAÇÃO ESCRITURA COM FUTURO INTANGÍVEL, há algo mais extra-bíblico?

marivaldo melo disse...

GRAÇAS A DEUS ; QUE DEUS CONTINUE A LHE ABENÇOAR E A LHE DAR DISCERNIMENTO DAS SUAS MARAVILHAS.

MUITO OBRIGADO PELOS ENSINAMENTOS , FAÇO MUITO USO DELES , QUANDO ESTOU LEVANDO A PALAVRA DE DEUS AOS NECESSITADOS E AOS PERDIDOS.
FIQUE NA SANTA PAZ DO SENHOR JESUS.

Andrea disse...

Irmãos,sobre a Grande Tribulação quem tem a mente de Cristo sabe que ela não ocorreu ainda. Mas, todos os sinais indicam que está próxima. E isto para quem é espiritual, será justo, pois é na Grande Tribulação que VERDADEIRAMENTE se saberá quem são os verdadeiros cristãos, pois o nome do nosso Senhor Jesus está banalizado, e todos se acham no direito de usá-lo, sem realmente conhecê-lo e amá-lo. E nesta época da Grande Tribulação serão serapados o joio do trigo, os verdadeiros dos falsos que como os cristãos da antiguidade foram jogados nas arenas para os leões, crucificados, etc, os verdadeiros vão ter que passar pela prova também. "...Então a acda um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram." Apocalipse 6.v.11(ler Apocalipse 6. v.9-11)

A quem possa interessar: eu lhe pergunto, VOCÊ REALMENTE É DE JESUS??

Você tem certeza que seu nome está escrito no Livro da Vida??
Irmãos isso é mais importante do que saber quando será a Grande Tribulação! Se somos realmente de Deus ou não.
Que Deus abençoe a todos abundantemente em nome de Jesus.

leila disse...

PARABENS PELO O ESTUDO FOI DE GRANDE VÁLIA PARA MIM. EU CREIO NA BIBLIA, EU CREIO EM JESUS CRISTO E TAMBEM ESPERO A SUA VOLTA.

daniel disse...

Respeito sua interpretação, apesar de não concordar com ela.

A contradição já começa com a "saraiva" mencionada no apocalipse.

Infelizmente sua interpretação é preterista. A revelação é futurista, apesar de alguns acontecimentos já terem ocorrido.

Forte abraço.

kANON disse...

O livro do Apocalipse de João é um livro complexo que demosntra a síntese do plano salvação do Senhor Jesus , toda a bíblia parece não ter sido montada ao acaso , o apocalipse só é entendido se decifrando suas herméticas alusões aos codigos do antigo testamnto que se destrincham no ultimo livro, Para quem possui mais fé do que tradições corrompidas humanas esse livro tornará-se aberto se entendendo a mitologia hindu, ufologia e,a teosofia compreenderá uma clareza excepcional , a grande tribulação de fato ainda ocorre , nada mais é do que essa tribulação que ocorre até ainda hoje mas que logo se desmantela, obrigado bispo ,pois essa ciência de decifrar os codigos bíblicos me ajudou demais.

Júnior Silva disse...

Na Boa, discordo quanto á tribulação, se assim já o tivesse ocorrido, então o que acontecerá com os cristãos que aqui estão. Se os Cristãos forem arrebatados, que sofrerá no reinado UNO da besta? Se aqueles que se alinharem a esse reinado serão servidos! Portanto, a Palavra de Deus quanto ao futuro, creio que não é assim, pá-pum tá revelada. Na atualidade vemos os verdadeiros cristãos sendo atacados por não aceitarem o que o mundo emprega, porém aquele que tem apostatados da fé já tem buscado alinhar a igreja segundo os padrões do mundo para não serem rejeitados, é onde o Senhor nos fala " que alguns serão enganados". Mas aquele que viver, verá!

Abraços

Vania Daibert disse...

Ao invés de comentar sobre a Grande Tribulação prefiro comentar sobre o que o senhor escrever acerca do papel da igreja em relação aos oprimidos pelos sistemas mundanos. Considero seu texto digno de ser sistematicamente pregado nas igrejas, que há muito parecem ter deixado de se orientar pela Palavra de Deus. Muito obrigada por suas palavras!!!!

Earth Planet disse...

A minha sugestão é que vocês verificassem os originais hebráicos, tanto quanto ao tempo, tanto quando aos nomes que foram modificados nas chamadas biblias. Não se pode mudar um nome que nos foi dado, ao usar títulos dos nomes do Altissimo, quando do filho, quanto dos profetas se muda toda a história. A revelação é dada pelo Rukha Hol Hodshua, portanto é ele quem revela, e sem Yaohushua o Messias nada podereis fazer.

Ronaldo disse...

Eu acho que vc é cego ou surdo ou nao sabe interpretar aonde esta o texto de 1ts 4:13-17. Gostaria de falar ate mais coisas mas nao tenho tempo para essas heresias